INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO PARAIBANO/IHGP
Fundado em 7 de setembro de 1905
Declarado de Utilidade Pública pela Lei no 317, de 1909
CGC 09.249.830/0001-21 - Fone: 0xx83 3222-0513
CEP 58.013-080 - Rua Barão do Abiaí, 64 - João Pessoa-Paraíba

|Inicial |O Que é o IHGP?| Histórico| Símbolos do IHGP |Diretoria |Sócios| Biblioteca| Arquivo|
|Museu| História da Paraíba| Publicações| Links| E-mail| Livro de Visitas | Notícias |


CADEIRA Nº. 18

PATRONO: BEAUREPAIRE ROHAN

FUNDADOR: HERONIDES COELHO

OCUPANTE: GLAUCE BURITY

 

BEAUREPAIRE ROHAN

PATRONO

 

Henrique Pedro Carlos de BEAUREPAIRE ROHAN nasceu no dia 12 de maio de 1812, em Niterói, Rio de Janeiro, filho de Jacques Antoine Marc de Beaurepaire Rohan e D. Margarida Skeys de Rohan; casou-se em São Paulo com a viúva Guilhermina das Chagas, nascendo  dessa união uma filha, Elisa. Faleceu em 10 de setembro de 1894.

Recebeu os primeiros ensinamentos do seu pai, o conde de Beaurepaire, humanista, de formação européia, que decidiu que ele mesmo orientaria os estudos do filho. Aos sete anos, B. Rohan foi nomeado Cadete pelo Imperador D. Pedro II, em reconhecimento aos serviços prestador por seu pai à Corte. Mais tarde, quando o conde de Beaurepaire assumiu o comando das armas do Estado do Piauí, B. Rohan foi designado seu secretário e autorizado a acompanhá-lo na viagem.  Em 1832, ingressou na Academia Militar, sendo logo promovido a 1º. Tenente e depois a Capitão. Em 1837, entrou no Corpo de Engenheiros e em 1843 era diretor de obras municipais do Rio de Janeiro, realizando nesta cidade um excelente trabalho de urbanização.

Depois  de ter  governado as províncias do Pará e do Paraná, Beaurepaire Rohan foi designado Presidente da Província da Paraíba, tendo assumido o cargo no dia 9 de dezembro de 1857. O seu governo foi marcado pela constante preocupação com a economia do Estado, a urbanização da cidade, a educação e saúde da população. Homem culto, inteligente, com vasta experiência de comando, não sendo político agia como um diplomata, arrefecendo os ânimos daqueles que, de alguma forma pretendessem obstacular os seus propósitos e, assim, fez uma administração profícua, sendo considerado  o presidente mais inteligente que a Paraíba teve no período imperial.

No seu governo foram abertas estradas no interior, distribuiu arados e sementes com os agricultores, estimulou a cultura do trigo em alguns municípios, introduzindo também o plantio do café no Estado. Na  capital, disciplinou a abertura das ruas, fazendo a planta da cidade; fundou a Biblioteca Pública e o Jardim Botânico; criou o Cais do Varadouro e o Matadouro Público e para “evitar que as moças tivessem o seu horizonte limitado ao oratório, sala de jantar e cozinha” fundou o Colégio das Neves, 1º educandário destinado às moças da capital; pensando no futuro dos rapazes, criou as escolas industriais.

Beaurepaire Rohan deixou o governo da Paraíba em 1859.

Em 1864, foi nomeado Comendador da Ordem da Rosa e promovido a Brigadeiro; foi ainda Ministro da Guerra e Visconde. Como escritor, deixou várias obras. Escreveu sobre os índios e sobre as secas do Nordeste.

São de sua autoria: Vocábulos Brasileiros, 1889; Biografia do Conde de Beaurepaire Rohan, 1899; Conquista, catequese e civilização dos selvagens do Brasil; Corografia da Província da Paraíba, 1911.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Almanaque do Estado da Paraíba, nº. 16, ano 8.

BURITY, Glauce Navarro. Discurso de posse no IHGP.

GÓES, Raul de. Beaurepaire Rohan (Uma figura do II Império).  A União Editora, João Pessoa, 1938.

 

HERONIDES COELHO

FUNDADOR

 

HERONIDES Alves COELHO Filho nasceu no dia 14 de janeiro de 1920, na cidade de Timbaúba, Estado de Pernambuco.

Formou-se em Medicina, em dezembro de 1946, pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco. Era médico, professor e escritor, atuando nas três áreas com responsabilidade e retidão de caráter. Dedicou-se ao estudo de História Geral e do Brasil, e também das Ciências Naturais.

Ingressando no magistério, lecionou na cidade do Recife nos Colégios Salesiano, Nossa Senhora Auxiliadora, Colégio Estadual de Pernambuco e no Curso Técnico de Comércio. Ainda no Recife, foi Professor Assistente de Psiquiatria na Faculdade de Medina da UFPE e ministrou Cursos de Extensão Universitária na Faculdade de Filosofia da UFPE; em João Pessoa, foi Professor Assistente de Neurologia da Faculdade de Medicina  e Professor de Psicotécnica da Escola de Serviço Social da UFPB.

Dr. Heronides era muito solicitado para proferir palestras sobre temas de história da Medicina, apresentando os seus trabalhos sempre com boa repercussão; participou do III Congresso Brasileiro da História da Medicina, realizado no Recife, no ano de 1953 e proferiu palestra na Sociedade de Ciências de Lisboa, em 1962.

Colaborador assíduo da revista Vida e Cultura, da qual foi também Diretor, tornou-se conhecido pelos artigos de sua autoria nela inseridos: A Revolução Gorada (Ano I, nº. 8, 1958); A Epidemia de Cólera Morbo na Paraíba (Ano IV, nº. 23, nº.s 20/21, 1961); Maior Aproximação entre Portugal e Paraíba (ano IV, nº. 23, 1961).

Era sócio correspondente do Instituto Histórico de Olinda e do Instituto Histórico do Ceará, tendo sido fundador da Sociedade Cultural  Luso-Paraibana de Estudos e Pesquisas.

São de sua autoria: A Companhia de Jesus: Ensaios de Crítica e História, 1953; A Psiquiatria em Pernambuco (Prêmio Othon Linch Bezerra de Mello – Academia de Letras de Pernambuco), A Assistência aos Alienados da Paraíba, 1959; A Tomada de Goa, Recife, 1963.

Ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano no dia 18 de maio de 1967.

 

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

Arquivo do IHGP.

 

GLAUCE BURITY

Atual ocupante

 

 

GLAUCE Maria Navarro BURITY nasceu em João Pessoa no dia 31 de maio de 1940, filha de Antônio Espínola Navarro e Maria do Carmo Amorim Navarro. É viúva do Professor e Acadêmico Tarcísio de Miranda Burity, com quem teve os filhos Tarcísio, Maurício, Leonardo e André Luís.

Fez os seus estudos, desde o primário até o bacharelado em História, no Colégio Nossa Senhora de Lourdes, em João Pessoa. Em seguida, licenciou-se também em História, pela Universidade Federal da Paraíba; posteriormente, fez Especialização e Mestrado na Universidade Federal de Pernambuco. Sempre procurando aperfeiçoar seus conhecimentos, Glauce estudou línguas estrangeiras, facilitando assim o desenvolvimento de suas pesquisas. Para isso, participou do Seminário de Francês Moderno, na Faculdade de Letras da Universidade de Genebra, Suíça, em 1966; fez o Curso de Língua Francesa, nível NANCY, na Aliança Francesa, em João Pessoa, em 1973 e o Curso de Língua Inglesa Pré-Michigan Course, João Pessoa, 1972/1976. No magistério, foi professora de História da Educação na Universidade Federal da Paraíba.

Como esposa do Governador Tarcísio de Miranda Burity, Glauce teve uma atuação fecunda à frente da LBA – Legião Brasileira de Assistência em prol dos menos favorecidos pelos desígnios de Deus. Fundou a CAMEC – Campanha de Assistência ao Menor Carente (hoje funcionando com outro nome). Este órgão foi criado com finalidade de amparar e proporcionar habilitação profissional aos menores abandonados da capital e do interior; fundou creches, padarias e cursos profissionalizantes, todos coroados de pleno êxito.

É sócia efetiva do Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica. Ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano como sócia correspondente, passando a sócia efetiva, quando tomou posse no dia 17 de dezembro de 1988, sendo saudada pela historiadora Rosilda Cartaxo. Em seu discurso de posse discorreu sobre a vida de Henrique Beaurepaire Rohan, patrono da cadeira que passou a ocupar.

Trabalhos de sua autoria: O Convento Franciscano de Santo Antônio e a Igreja de São Francisco; A Fonte de Santo Antônio na Paraíba: Sua verdadeira inscrição, 1982; Os franciscanos e os primórdios da Cidade de Nossa Senhora das Neves, 1983; A Presença dos Franciscanos na Paraíba, através do Convento de Santo Antônio (dissertação de mestrado, UFPB, 1984); A Presença dos Franciscanos no Convento de Santo Antônio, jornal O Norte, edição histórica, 05/08/85; A Mulher na obra (sociológica) de Gilberto Freyre, 1988; Anthenor Navarro: O Centenário de seu nascimento (Palestra no IHGP, em 31/08/99).

 

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

Curriculum vitæ da associada.

 

 

 

 

CADEIRA Nº. 19

PATRONO: JOSÉ LEAL

FUNDADOR: SINVAL FERNANDES

OCUPANTE: BALILA PALMEIRA

 

JOSÉ LEAL

PATRONO

 

JOSÉ  LEAL  Ramos nasceu na fazenda Ponta da Serra, São João do Cariri, no dia 16 de julho de 1891. Era filho do casal Antônio Claudino Leal e Inácia Ramos Leal; em 1920 casou-se com Ester Romero Leal, nascendo desse casamento os filhos: Homero, Péricles, Maria das Dores, Maria da Penha, Achiles e Milcíades. José Leal faleceu em João Pessoa no dia 25 de outubro de 1976.

Autodidata, José Leal era considerado o decano da imprensa paraibana por sua atuação frente aos órgãos de comunicação mais representativos do Estado. Dedicou toda a sua vida à imprensa; entregava-se à leitura, procurando manter-se sempre atualizado e bem informado sobre a situação do Estado e do País.

Desde cedo, ainda adolescente, já editava jornais manuscritos, na sua cidade natal. Publicou o primeiro trabalho na imprensa da Capital em 1915, uma crítica ao prefeito de Alagoa Grande, obtendo boa recepção entre os prefeitos da região e, a partir daí, não lhe faltou mais convites para escrever em jornais. Em 1927, já era correspondente, em Alagoa Nova, dos jornais A União, de João Pessoa, e A Noite, do Rio de Janeiro; em 1930, atuou nos jornais O Liberal e o Jornal do Norte, sob a direção de Café Filho; ainda em Alagoa Nova, fundou o semanário O Momento.  Veio para a capital do Estado para integrar a equipe de A União como redator, e logo ascendeu ao posto de Secretário, substituindo, mais tarde, Samuel Duarte na direção do órgão, em 1932. Em 1934, passou a dirigir O Norte, jornal que não resistiu à chegada do Estado Novo. Em João Pessoa, além de escrever nos jornais A União e O  Norte, ainda fundou o quinzenário Ilustração e Gazeta do Povo, este em parceria com o escritor Ascendino Leite, e a Revista Gong, todos com duração efêmera; colaborava em todos os jornais do Estado, ora como redator, articulista ou editorialista. Escreveu no Correio da Manhã, A Imprensa e Tribuna do Povo.

Recebeu os títulos honoríficos de Cidadão Benemérito de João Pessoa, concedido pela Câmara Municipal de João Pessoa, e de Cidadão Benemérito da Paraíba, concedido pela Assembléia Legislativa.

Foi sócio fundador da Associação Paraibana de Imprensa e do Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica. Era sócio benemérito do Sindicato dos Condutores de Veículos Rodoviários da Paraíba; sócio correspondente do  Colóquio Cultural Luso-Asiático Goa-Índia); e sócio da Legião Brasileira de Ex-Combatentes e do Círculo Folclórico Luso-Brasileiro (Rio).

São de sua autoria: A Imprensa na Paraíba, 1941; Este Pedaço do Nordeste, 1943; O Primeiro Decênio da API: como surgiu e tem se desenvolvido essa entidade, 1943; Itinerário da História, da Colonização da Paraíba aos nossos dias, 1945; Reencontro da Vila, 1961; Itinerário da História: Imagem da Paraíba entre 1518 e 1965, 1965; Família Costa Ramos, 1968;  Acidentes Geográficos da Paraíba, 1970; Assim eram as coisas..., 1970; Vale da Travessia, 1971; Dicionário Bibliográfico Paraibano, 1980. Deixou inédito: Índice corográfico e administrativo da Paraíba; Ronda da Província; Noções de Corografia e História; Imagens Desfeitas.

Ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano no dia 10 de março de 1946.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Arquivo do IHGP; Curriculum vitæ.

DUARTE, Waldemar. Bibliografia Paraibana, vol. I, Gráfica do Senado Federal, Brasília, 1994.

LEAL, José. Vale da Travessia, João Pessoa, API, 1972.

Jornal O Norte, ed. histórica, 14/07/91.

 

 

 

SINVAL FERNANDES

FUNDADOR

 

Sebastião SINVAL FERNANDES nasceu na Fazenda Salgado, município de Carnaúbas, Rio Grande do Norte, em 18 de maio de 1907; filho do coronel Francisco Fernandes de Oliveira e D. Maria Evangelina Praxedes de Oliveira. Faleceu em João Pessoa no dia 12 de julho de 1991. Era casado com D. Diomita Gonçalves Fernandes, e dessa união nasceram as filhas: Valmira, Evangelina, Cleide Maria e Violeta.

Estudou no Colégio Diocesano de Cajazeiras e fez o curso de humanidades no Ateneu Norte-riograndense. Ingressou na Faculdade de Direito do Recife em 1918, bacharelando-se em 1932, na turma cognominada de “Turma do Centenário das Diplomações”.

Já formado, transferiu-se para o Estado da Paraíba, iniciando a sua carreira de magistrado. Foi nomeado Promotor Público da Comarca de Catolé do Rocha, em 1932, afastando-se do cargo, a pedido, em 1941, para tornar-se Juiz. Como Juiz atuou nas comarcas de Jatobá, atual São José de Espinharas,  Cruz do Espírito Santo, Misericórdia, Umbuzeiro, Monteiro, Campina Grande e João Pessoa. Em 1962 foi nomeado desembargador, aposentando-se nesse cargo em 1967. Foi Presidente do Tribunal Regional Eleitoral de 2 de janeiro a 13 de maio de 1965. Assumiu a Corregedoria por um ano (1965/1966).

Sinval Fernandes teve uma vida intelectual intensa. Desde jovem, ainda estudante, já atuava nos jornais como colaborador ou como redator. Era membro da Diretoria do Grêmio Lítero-esportivo do Ginásio Santa Luzia, de Mossoró. Foi redator do jornal O Estudante, órgão da Associação Potiguar de Estudantes e do jornal O Porvir, de Currais Novos (RN). Colaborou no jornal O Norte e no jornal da ASPEP, de João Pessoa. Foi professor de Francês do Ginásio de Monteiro, em 1954.

O desembargador Sinval Fernandes tinha como passatempo colecionar recortes de jornais e fotografias, tudo devidamente catalogado, formando um rico acervo para fins de pesquisa. Todo esse acervo, após a sua morte, foi doado ao IHGP.

Era sócio do Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica, do qual foi Presidente.

Publicou, no jornal O Norte, vários artigos de interesse histórico: Ministros do Supremo Tribunal Federal, 1965; Ministros e Acadêmicos, 1966; Ministros Paraibanos, 1966; Caxias, A União, 1967.

Ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano em 10 de agosto de 1968.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Arquivo do IHGP. Curriculum vitæ.

 

BALILA PALMEIRA

Atual ocupante

 

Maria BALILA PALMEIRA nasceu em Patos, cidade do sertão paraibano, no dia 13 de março de 1926; filha do casal José da Costa Palmeira e Leontina Xavier de Melo Palmeira. Balila é viúva.

Estudou no Colégio Cristo Rei, de sua cidade natal, desde o jardim de infância até o curso secundário. Formou-se em Pedagogia na Universidade Federal da Paraíba, tendo sido a oradora da turma.

Além do curso de Pedagogia, Balila possui vários outros: Artes Industriais (curta duração na UFPB); Especialização em Suprimento em elaboração de material institucional para Educação – Preparação do livro didático; Francês para estrangeiros, feito na Aliança Francesa, em Paris; Estudo sobre Segurança, na ADESG/1984, tendo sido coordenadora do trabalho A Mulher na Comunidade. Foi professora de Sociologia da Educação na Universidade Federal da Paraíba e professora de Língua Espanhola, no SENAC e no APEE/PB.

Balila Palmeira, mulher dinâmica, corajosa e destemida, está sempre em permanente atividade, ora participando de encontros, eventos literários, pedagógicos ou sociais.

Em 2004, Balila fundou a Academia Feminina de Letras e Artes da Paraíba, da qual é Presidente. Pertence às seguintes entidades: Academia de Letras e Artes do Nordeste Brasileiro – Núcleo da Paraíba, Academia Paraibana de Poesia, Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica, Associação Paraibana de Imprensa, Academia Feminina de Cultura, União Brasileira de Escritores, Associação dos Moradores do Bairro de Miramar, Santa Casa de Misericórdia, Cruz Vermelha/PB, Companheiros das Américas, Fundação Fortaleza Santa Catarina e da Associação dos Professores de Espanhol do Estado da Paraíba. rios realizados no Brasil e no exterior, entre os quais destacamos o Congresso de Franc

Recebeu, como honraria, o Troféu “Bivar Pinto”, o título de Cidadã Pessoense e a Comenda do Mérito Cultural “José Maria dos Santos”, conferida pelo IHGP.

Palestras, conferências e  seminários realizados pela professora Balila Palmeira: Escravidão, Racismo e Abolição, UFPB, 1988; Racismo e preconceito na obra de José Lins do Rego, Fundação Espaço Cultural, 1944; Vida e obra do escritor Ernani Sátiro, Fundação Ernani Sátiro, Patos, 1993; Poesia e Literatura Brasileira, Colégio Pio X, João Pessoa, 1994.

Colaborou na edição de Capítulos da Paraíba, 1987 e na plaqueta em homenagem a Heráclito Cavalcanti Carneiro Monteiro, da Academia de Poesia, e na homenagem ao desembargador Orlando Jansen.

Livros publicados: Devaneios, 1982; Barão do Abiahy – Sua vida, sua obra, seus descendentes – Biografia Genealógica; Infinito e Poesia, 1987; Misticismo e Cangaço em Pedra Bonita, (Ensaio sobre José Lins do Rego), 1988; A Menina e a Boneca, 1991; Destino Cruel, 1993; Dez Contas e uma saudade, 1993; Caixa Econômica Federal  - sua história na Paraíba, em parceria com Messina Palmeira Dias, 1996; Bairro do Miramar, em parceria com Messina Palmeira Dias, 1997; Maria Eudócia de Queiroz Fernandes – Uma educadora – um exemplo de vida, 1998; Os Teatros da Paraíba, 1999.

Balila Palmeira ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano em 10 de abril de 1992.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Arquivo do IHGP e curriculum vitæ da associada.

 

 

 

CADEIRA Nº. 20

PATRONO: RODRIGUES DE CARVALHO

FUNDADOR: ARCHIMEDES CAVALCANTI

OCUPANTE: MARTHA FALCÃO

 

RODRIGUES DE CARVALHO

PATRONO

 

José RODRIGUES DE CARVALHO nasceu em Alagoinha, Paraíba, no dia 18 de dezembro de 1867 e faleceu no Recife no dia 20 de janeiro de 1935. Era filho do casal Manuel Rodrigues de Carvalho e Cândida Maria de Carvalho. Casou em primeiras núpcias com D. Francisca Lisboa de Carvalho e, pela segunda vez, com D. Anita Veloso Rodrigues de Carvalho.

Começou a vida como caixeiro, em Mamanguape, trabalhando com o tio, ao mesmo tempo em que freqüentava a escola do latinista Manuel de Almeida; fez o curso de humanidades no Liceu Paraibano. Mudou-se para o Estado do Rio Grande do Norte, não se adaptando, porém, àquela região, seguiu para Fortaleza, tentando dar um rumo diferente à sua vida. Matriculou-se na Faculdade de Direito e iniciou a publicação dos seus poemas. Lírico e sentimental, era também um exímio improvisador de versos, usando uma adjetivação que lhes dava muita expressividade e um estilo peculiar.

Em 1880, juntamente com Castro Pinto, fundou em Mamanguape o semanário A Comarca e, em 1892, criou, na capital do Estado, o Grêmio Literário “Cardoso Vieira”, instituição que veio contribuir bastante na formação intelectual da juventude paraibana daquela época. Foi professor, jornalista, jurista e, acima de tudo, poeta, projetando-se neste gênero, a partir da publicação do poema Seios. Escreveu nos jornais A União, Gazeta do Comércio, O Comércio, Estado da Paraíba, República, Jornal Pequeno (Recife) e em Província do Pará.

Elegeu-se Deputado Estadual pela Paraíba, sendo de sua autoria a lei que criou o Montepio do Estado. Exerceu, ainda, os cargos de Procurador e Secretário Geral do Estado. Era membro do Instituto Histórico do Ceará, da  Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro, da Academia de Letras do Ceará e do Instituto Arqueológico e Histórico Pernambucano.

Deixou uma bibliografia bastante diversificada: Recursos Extraordinários; Comentários ao Código de Processo Criminal do Estado; Da Liberdade de Imprensa (tese); Tentativa, cheque visado e lacunas na Lei de Falências; Subsídios para o dicionário da língua nacional (em colaboração); Monografia sobre a borracha de mangabeira e maniçoba na Paraíba; Aspectos da influência africana na formação social do Brasil; Cancioneiros do Norte; Coração: Poemas; Poemas de maio.

Ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano no dia 04 de março de 1906.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

BITTENCOURT, Liberato. Homens do Brasil, vol. II – Parahybanos ilustres, Ed. Gomes Pereira, Rio, 1914.

OCTAVIANO, Manuel (Pe.). Discurso de posse, in Revista da Academia Paraibana de Letras, vol. I, 1947.

PINTO, Luís. Rodrigues de Carvalho, o jornalista. Aurora, Rio, 1970.

 

ARCHIMEDES CAVALCANTI

FUNDADOR

 

ARCHIMEDES CAVALCANTI nasceu no dia 06 de março de 1927, no município de Cabaceiras, Paraíba, filho de Sotero Américo de Vasconcelos Cavalcanti e D. Maria da Conceição Souto Maior. Era casado com Camila Wanderley Cavalcanti.

Iniciou os estudos primários em Cabaceiras, passando pelo Grupo Escolar “Abel da Silva”, de Ingá, na época sob a direção do professor Aurélio de Albuquerque e concluiu em João Pessoa, no Grupo Escolar “Epitácio Pessoa”. Preparou-se para os exames de admissão no ginásio com os professores José Baptista de Mello e João da Cunha Vinagre; posteriormente matriculou-se no Colégio Pio X, transferindo-se para o Liceu Paraibano. Concluiu o ginásio, mas não prosseguiu os estudos. Durante o período de estudante, teve como professores grandes nomes do magistério paraibano, a exemplo do Cônego Francisco Lima, Mário Raposo, Mathias Freire, Aníbal Moura, Odilon Coutinho, Olivina Carneiro da Cunha, entre outras expressões, a quem ele atribui o seu pendor pelo Jornalismo, História e Geografia.

Segundo Sebastião de Azevedo Bastos, no seu discurso de recepção, o talento cultural de Archimedes Cavalcanti revelou-se na saudação feita por ele ao poeta paraibano João da Silva Guimarães Barreto, na sessão comemorativa do nascimento de Eutiquiano Barreto, intitulada Um Trovador da Filipéia.

Archimedes Cavalcanti também foi autor de um ensaio bibliográfico sobre o poeta Rodrigues de Carvalho, trabalho esse premiado pelo Departamento Cultural da Paraíba. Em 1976, a pedido de Clóvis Lima, elaborou uma plaqueta para comemorar o octogésimo aniversário da fundação do Clube Astréa, com o título de Poliantéia do Astréa.

Afora esses trabalhos, ele colaborou com outros publicados nas Revistas do IHGP e nos jornais da Capital; foi redator de O Estado e da Tribuna do Povo, chefe de serviço da Assembléia Legislativa, além de escrever crônicas para a Rádio Arapuã.

Era membro da Associação Paraibana de Imprensa, da Sociedade Cultural Brasil-Japão e, quando estudante, participava dos grêmios literários estudantis.

Ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano no dia 03 de dezembro de 1969, e foi saudado pelo genealogista Sebastião de Azevedo Bastos.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Arquivo do IHGP. Revista do IHGP, nº. 18, 1971.

 

MARTHA FALCÃO

Atual ocupante

 

MARTHA Maria FALCÃO de Carvalho Morais e Santana nasceu na cidade de Santa Rita, em 18 de agosto de 1945; filha de Antônio Aurélio Teixeira de Carvalho e D. Izaura Falcão de Carvalho. É casada com Carlos Augusto Morais e Santana, de cuja união tem os filhos Izaura, Carlos Antônio, Emanuel, Jorge e o neto Gabriel.

Fez seu curso primário no Grupo Escolar “João Úrsulo”, em Santa Rita; curso ginasial no Colégio Lins Vasconcelos e o colegial no Liceu Paraibano, em João Pessoa.

Durante muito tempo exerceu o magistério  em  Santa Rita e João Pessoa. Naquela cidade exerceu os seguintes cargos: Orientadora do Ensino Municipal; Diretora da Divisão de Educação e Cultura; professora e  vice-diretora do Ginásio Comercial “Américo Falcão”; Secretária Executiva do Mobral; professora do Colégio Estadual de Santa Rita; Assessora Jurídica da Prefeitura Municipal; Secretária da Educação.

Sempre foi dedicada aos movimentos comunitários, pertencendo ao Lions Club de Santa Rita, instituição onde exerceu o cargo de Vice-Governadora Distrital.

Bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal da Paraíba, em 1971, tendo exercido a Defensoria Pública em Santa Rita. Graduou-se em Licenciatura Plena em História pela UFPB, em 1981; fez curso de especialização em História do Brasil na UFPB, em 1978, e mestrado em História do Brasil na Universidade Federal de Pernambuco, 1989, onde também se doutorou em História Social, em 1996. É professora concursada de História da UFPB, desde 1987, atuando atualmente como pesquisadora do Núcleo de Documentação Histórica e Informação Regional (NDHIR). É detentora de inúmeros cursos de extensão universitária nos campos das Ciências Sociais, História, Comunicação e Educação e possui vários cursos de Habilitação ao Magistério, tais como Educação Moral e Cívica, História Geral e do Brasil, em Geografia e O. S. P. B.

É colaboradora na imprensa local, pesquisadora no campo da Genealogia e orientadora de pesquisas junto a universitários. Pertence ao Centro da Mulher 8 de Março e ao Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica.

Entre as obras e publicações de sua autoria, destacam-se: A Autonomia do Município Brasileiro – 1874-1946, 1977; Nordeste Açucareiro – 1535-1910, Recife, 1980; Paraíba 1817, 1981; A China do Século XIX, 1981; Nordeste, Açúcar e Poder – Um estudo da oligarquia açucareira na Paraíba – 1921-1962 (prêmio nacional do CNPq, em comemoração ao Centenário da República), 1985; O Direito Romano e a História, 1995; Poder e Intervenção Estatal – Paraíba -1920-1940, 2000.

Tem trabalhos publicados nos livros O Jogo da Verdade – A Revolução de 1964 30 anos depois (Santa Rita, um reduto das Ligas Camponesas) e (Ideologia e Espaço Social em Órris Barbosa ), Secca de 32 – Uma obra memorável.

Entre os inúmeros artigos publicados nas Revistas do IHGP, do NDHIR e da APL, citamos: Poder e Centralização Política, Crise e Identidade Regional, A Imprensa no Cotidiano de uma cidade, Mulheres em Marcha, O Governo de João Pessoa e a Oligarquia Açucareira, As Eleições de 33 na Paraíba, A Fotografia e a História dos Trabalhadores, Américo Falcão – O Poeta do Mar e da Saudade.

Martha Falcão ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano no dia 11 de março de 1999, sendo saudado pelo historiador Luiz Hugo Guimarães.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Curriculum vitæ. Discurso de saudação de Luiz Hugo Guimarães. Arquivo do IHGP.

 

 

 

CADEIRA Nº. 21

PATRONO: JOÃO LÉLIS

FUNDADOR: ANTÔNIO FREIRE

OCUPANTE: ADAILTON COELHO COSTA

 

JOÃO LÉLIS

PATRONO

 

JOÃO LÉLIS de Luna Freire nasceu em Alagoa Nova em 04 de abril de 1909 e faleceu no dia 24 de julho de 1954. Era filho de Lélis de Luna Freire e D. Elvira Fernandes de Luna Freire. Era casado com D. Maria de Lourdes Costa Luna Freire, que ficou viúva com sete filhos: João, Jorge, Ronaldo, Roberto, Sérgio, Fernando e Alexandre.

Estudou em João Pessoa  com a professora Francisca Moura, no Colégio Pio X e no Liceu Paraibano. Bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito do Recife, em 1937.

Em 1929, era diretor do Diário do Povo; redator e diretor de A União. Participou ativamente dos movimentos revolucionários de 1930, como oficial do 29 BC, integrando a coluna que lutou no sertão da Bahia, exercendo “voluntariamente” a função de correspondente de guerra, fazendo a cobertura jornalística dos fatos que ocorriam durante a guerra naquela região. Em 1935, no Governo Gratuliano de Brito, foi prefeito de Mamanguape e, depois, de Nova Cruz (RN).

Iniciou-se no magistério como professor de Inglês na Academia do Comércio “Epitácio Pessoa”, prosseguindo nessa atividade nas Faculdades de Ciências Econômicas, de Direito e de Filosofia da Paraíba.

Exerceu diversas funções públicas, entre estas, salientamos: Delegado de Investigação e Capturas; Chefe de Polícia; Diretor da Casa de Detenção; Membro do Conselho Administrativo do Estado; Presidente da Comissão de Finanças e Orçamento e Tomada de Contas da Assembléia Legislativa e Planejamento dos Serviços de Assistência Social; Presidente da Comissão do Cinqüentenário do escritor José Lins do Rego. Em 1946, elegeu-se deputado estadual pelo PSD, sendo um dos membros da Comissão que elaborou a Constituição do Estado da Paraíba.

João Lélis era oficial-honorário da Polícia Militar da Paraíba e pertenceu à Academia Paraibana de Letras, sendo o fundador da Cadeira nº. 25.

Publicou vários livros, destacando-se entre os demais, A Campanha de Princesa, em 1944; Peryllo Doliveira; Garimpo de São Vicente; O nascimento de uma cidade; Ensaios de Interpretação Histórico-social.

Ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano no dia 28 de julho de 1946.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Arquivo do IHGP.

Revista da Academia Paraibana de Letras, nº. 6, 1955, p324.

 


ANTÔNIO FREIRE

FUNDADOR

 

ANTÔNIO Victoriano FREIRE nasceu no povoado Araçá, depois Mari, do município de Espírito Santo, pouco antes da primeira Grande Guerra; era filho de João Victoriano de Luna Freire e Tereza Maria de Luna Freire. Era casado com D. Maria de Lourdes Theorga Freire, com quem teve os filhos Antônio e José Carlos.

Em 1940, através de concurso, foi nomeado escriturário da Alfândega de João Pessoa e logo ascendeu ao cargo de Oficial de Administração, aposentando-se como Agente Fiscal dos Tributos Federais. Exerceu, ainda, os cargos de: Guarda-Mor da Alfândega de João Pessoa; Inspetor da Alfândega de João Pessoa (1953/55); Delegado Fiscal do Tesouro Nacional (1955/61).

Pertenceu aos quadros do Rotary Club de João Pessoa e do Lions de João Pessoa, tendo presidido as duas entidades; sócio da Associação de Imprensa da Paraíba, do Esporte Clube Cabo Branco e Clube Astréa; diretor da Fundação Laureano.

Títulos e medalhas: Amigo da Marinha, concedida pelo 3º Distrito Naval; Honra ao Mérito, concedido pelo Conselho Estadual de Cultura; Medalha de Honra ao Mérito, conferida pelo Centro de Relações Públicas, em ouro; Medalha de Honra ao Mérito, em ouro, outorgada pelo Lions Club de João Pessoa; livro em miniatura, prata, concedido pela Joalharia José Astério, Rio de Janeiro, pelo livro Visões de uma época.

Livros publicados: Ecos de duas campanhas políticas, 1966; Fruto da Terra, 1968; Visões de uma época; 1969; Revolta do Quebra-Quilos, 1971; Araçá dos Luna Freire, 1972; Revoltas e Repentes, 1974; O Canto Retardado, 1990; Crônicas dos ano 70.

Antônio Freire ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano no dia 26 de maio de 1971.

 

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

Arquivo do IHGP.

 

ADAILTON COELHO COSTA

Atual ocupante

 

ADAILTON COELHO COSTA, nascido a 30 de dezembro de 1924, em Duas Estradas, foi registrado como natural de João Pessoa; filho de Francisco Florêncio da Cosa e Laura Coelho da Costa, é casado com D. Elita de Souza Costa e tem nove filhos.

Iniciou o curso primário no Grupo Escolar “Antônio Pessoa”, freqüentando, depois, o Curso Franco-Brasileiro do professor Celestin Malzac e o Grupo “Tomaz Mindelo”. Preparou-se para o exame de admissão ao Ginásio de Mamanguape na escola particular do Dr. Lopes Ribeiro, em 1937. Fez o ginasial no Colégio Salesiano e o científico no Colégio Oswaldo Cruz, ambos no Recife. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais na Faculdade de Direito da Paraíba, em 1955, integrando a turma pioneira da UFPB; tem ainda Curso de Pedagogia, feito na Universidade Federal da Paraíba e Mestrado em Direito Privado, realizado em 1980, também na UFPB, afora outros cursos de aperfeiçoamento e de extensão universitária.

Em 1949, juntamente com o historiador José Pedro Nicodemos, fundou o Colégio Moderno de Mamanguape; mais tarde, sozinho, fundou o Colégio “Matias Freire” e criou a Escola Técnica de Comércio “Carlos Dias Fernandes”. Em Itapororoca, fundou o Ginásio “Francisco Costa”; na Baía da Traição, fundou o Ginásio “José Pedro Nicodemos”, que funciona com outro nome. Destacou-se no magistério, lecionando nos colégios fundados por ele, e exercendo a direção de alguns deles; lecionou na Universidade Autônoma de João Pessoa e na Universidade Federal da Paraíba.

Além de professor e advogado, exerceu as atividades de Adjunto de Promotor Público; Assistente Judiciário; Procurador Fiscal; Promotor Público (através de concurso); Promotor de Justiça; Secretário do Interior e Justiça (1978/79); Superintendente do Instituto de Previdência Social (IPEP), em 1979/80; Secretário do Trabalho e Serviços Sociais, 1980/83; Secretário de Administração do Estado; Presidente do Conselho Administrativo da FUNSAT, 198/85; Secretário da Casa Civil do Governador, 1984/85; Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, desde 1985, donde se aposentou em 1994.

Participou, como expositor, de inúmeros Encontros, Seminários, Congressos e outras reuniões relacionadas com a sua especialidade, em João Pessoa e em outras cidades.

Títulos e Honrarias: Cidadão de Mamanguape e de Sousa; Honra ao Mérito, concedido pela Câmara Municipal de Mamanguape; Melhor Secretário do Ano, diploma concedido pela imprensa paraibana, em 1979, quando exercia o cargo de Secretário do Interior e Justiça; Colaborador Emérito, diploma concedido pela Associação Nacional de Veteranos da FEB; Sócio efetivo da Liga de Amadores Brasileiros – LABRE, 1981.

Trabalhos de sua autoria: Mamanguape, a Fênix Paraíba (História), 1986; 20 Anos do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, 1991; Mamanguape minha terra (livro didático de Estudos Sociais para o 1º grau); Vale a pena envelhecer juntos, 1998.

Adailton Coelho Costa ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano no dia 10 de setembro de 1993, sendo saudado pelo escritor Luiz Hugo Guimarães.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Arquivo do IHGP.

MORAIS, Admael. De corpo inteiro 2. 1987.

 

 

 

CADEIRA Nº. 22

PATRONO: FLORENTINO BARBOSA

FUNDADOR: JOSÉ FERNANDES

OCUPANTE: ROSA MARIA GODOY SILVEIRA

 

FLORENTINO BARBOSA

PATRONO

 

FLORENTINO BARBOSA Leite Ferreira (Cônego) nasceu no dia 11 de julho de 1881, na cidade de Teixeira, Paraíba. Era filho do casal José Nogueira da Paz e D. Secundina  Leite Ferreira. Faleceu em 1º de outubro de 1951.

Ordenou-se padre no dia 12 de novembro de 1905, na Catedral  de Nossa Senhora das Neves;  em 1908, viajou para a Itália, permanecendo em Roma até 1911, estudando na Universidade Gregoriana, doutorando-se em Filosofia. Depois de ordenado, foi designado vigário de Teixeira e, em 1907, deslocou-se para Cabaceiras e, em seguida, para a cidade de Sapé, onde fora assumir a função de cura, indicado pelo Arcebispo da Paraíba. Ficaram sob sua responsabilidade as capelas de Nossa Senhora do Patrocínio, na fazenda Uma; Nossa Senhora da Conceição, de Anta do Sono e Gendiroba; São João Batista, de Sobrado; e São Gonçalo, de Fundo do Vale.

Enquanto esteve à frente do Curato de Sapé, Cônego Florentino Barbosa fundou diversas escolas e aulas de catecismo, mas sem o apoio dos paroquianos para a execução do seu trabalho, e já com a saúde precária, afastou-se da função, sendo substituído pelo padre José Trigueiro.

Dedicou-se ao estudo da Filosofia, Genealogia, Sociologia e da História; escreveu vários artigos que foram publicados nas Revistas do IHGP; foi professor do Liceu Paraibano e do Seminário Diocesano.

Ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano a 05 de abril de 1914, exercendo a Presidência em dois períodos (1932/33 e 1933/34), quando inaugurou a sede própria do IHGP, construída sob a direção de Clóvis Lima.

São de sua autoria: Metafísica versus Fenomenismo, 1920; A Família, sua origem e evolução, 1948; A Família Leite no Nordeste Brasileiro, 1948; O Problema Fundamental do Conhecimento, 1953; Os Mistérios da Fé; Problemas do Norte; Constituição do Solo Brasileiro

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

LEAL, José. Dicionário Bibliográfico Paraibano, FUNCEP, João Pessoa, 1990.

MAIA, Sabiniano. Sapé, sua história – Suas memórias, João Pessoa, 1985.

 

JOSÉ FERNANDES

FUNDADOR

 

JOSÉ FERNANDES de Lima nasceu na cidade de Mamanguape, filho de Antônio Fernandes Sobrinho e Maria Caetano Fernandes de Lima. Faleceu em João Pessoa no dia 09 de novembro de 1999.

Advogado e industrial, José Fernandes teve grande influência política nos municípios de Mamanguape, Rio Tinto, Baía da Traição, Mataraca, Jacaraú e Itapororoca, que o elegeram deputado estadual por dez vezes consecutivas e Prefeito de Mamanguape. Quando deputado estadual presidiu a Assembléia Legislativa por duas vezes, e numa dessas oportunidades, por renúncia do Governador Pedro Gondim, José Fernandes assumiu o Governo do Estado durante 11 meses e realizou uma operosa e austera administração.

Entre os destacados cargos públicos exercidos por José Fernandes registramos: Secretário de Finanças do Estado; Membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado, no governo José Américo; Secretário da Agricultura, Viação e Obras Públicas, também no governo José Américo. Lecionou História da Agricultura, Indústria e Comércio na Academia do Comércio “Epitácio Pessoa”, de 1939 a 1940.

Recebeu a Medalha do Mérito “Santos Dumont”, em prata, conferida pelo  Ministério da  Aeronáutica, em 1961, pelo fato de ter contribuído para o salvamento de dois aviões militares, em 1942, quando era Prefeito de Mamanguape, sua cidade natal.

Era sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Pará.

Ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano em 18 de agosto de 1971, onde ocupou vários cargos na Diretoria e recebeu a Comenda do Mérito Cultural “José Maria dos Santos”.

Entre sua produção encontram-se  inúmeros trabalhos parlamentares e artigos na Revista do IHGP; lançou o excelente trabalho A Lealdade e o Heroísmo do Índio Potiguara Pedro Poty e apresentou e editou, às suas expensas, o importante trabalho de José Campello intitulado Diário da Guerra do Paraguai.

 

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

Arquivo do IHGP.

 

ROSA MARIA GODOY SILVEIRA

Atual ocupante

 

ROSA Maria GOGOY Silveira, nascida no dia 10 de outubro de 1949, na cidade de Jundiaí, São Paulo, é filha de Antônio Bueno da Silveira e Leonor Godoy da Silveira.

Iniciou seus estudos primários no Grupo Escolar “Conde de Parnaíba”, aos oito anos de idade, em sua terra natal. Os cursos ginasial e colegial foram feitos no Instituto de Educação Experimental de Jundiaí, concluídos em 1967. Em 1968, ingressou na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), onde se titulou e fez o Curso de Pós-graduação no Departamento de História daquela Faculdade. De 1972 a 1974, concluiu seu Mestrado; de 1974 a 1975, fez o Curso de Pós-Graduação lato sensu em Relações Internacionais no Institut Européen de Hautes Études, na Universidade de Nice (França); de 1975 a 1981 fez seu Doutorado.

Sua vocação, desde cedo, encaminhou-a para o estudo da História. Assim, no Departamento de História da Universidade de São Paulo, aprofundou-se em Metodologia da História, História Antiga, História Medieval, História Ibérica, História da América Colonial, História do Brasil Colônia, História Moderna, História da Cultura Portuguesa, História do Brasil Independente, História Contemporânea, Teoria da História, Historiografia, História da Ciência e Arqueologia, de 1968 a 1971. Em outros Departamentos da  USP aprimorou seus conhecimentos  freqüentando  outras disciplinas.

Seus trabalhos para conquistar os títulos enumerados versaram sobre: O Café e a Aceleração das Transformações Econômicas e Sociais dos fins do Século XIX até 1930, em São Paulo; História Sócio-Política do Brasil; Partidos Políticos Brasileiros e Estruturas Sociais; O Liberalismo na Espanha nos Séculos XVII e XVIII; A Importância da História Social do Brasil no Século XIX e sua Influência Historiográfica; História Sócio-Política do Brasil (Os Partidos Políticos na República Velha); e História Econômica do Brasil (Nordeste): Tentativa da Modernização e da Economia Açucareira, 1958/1931.

Suas atividades de extensão foram exercidas na Sociedade de Estudos Históricos da USP, nos Serviços de Museus Históricos de São Paulo e no Departamento de História da UFPB.

Sua história de vida parecia estar programada para a Paraíba, pois em 1977 foi aprovada em concurso público (3º lugar) para o Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras, Ciências e História da USP, declinando dessa nomeação. Por concurso público, em 1978, ingressou na Universidade Federal da Paraíba, onde se destacou como pesquisadora e excelente expositora.

Naquele estabelecimento de ensino superior, mercê de suas qualidades, ocupou continuadamente a Coordenadoria de Pesquisa e exerceu as funções de Pró-Reitora de Graduação e Pesquisa e chefiou o Departamento de História.

Por sua operosidade e largo conhecimento da legislação do ensino participou de vários órgãos colegiados, Grupos e Comissões de Trabalho, e de Conselhos Editoriais de várias publicações técnicas.

Pertence a várias instituições, entre elas a Associação Nacional de Professores Universitários de História (ANPUH), Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS), Associação Brasileira de Microfilme, Associação dos Historiadores Latino-Americanos e do Caribe e do Fórum de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação.

Rosa Maria Godoy ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano no dia 25 de agosto de 2000, sendo saudada pelo historiador Guilherme Gomes da Silveira d’Avila Lins.

 

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

Curriculum vitæ e Arquivo do IHGP.

 

 

 

 

CADEIRA Nº. 23

PATRONO: APOLÔNIO NÓBREGA

FUNDADOR: ERNANI SÁTIRO

OCUPANTE: FÁTIMA ARAÚJO

 

APOLÔNIO NÓBREGA

PATRONO

 

APOLÔNIO Carneiro da Cunha NÓBREGA nasceu na capital do Estado da Paraíba no dia 05 de janeiro de 1909 e faleceu no Rio de Janeiro em 16 de março de 1967; filho de Dr. Francisco Gouveia da Nóbrega e D. Maria da Cunha Nóbrega.

Estudou no Liceu Paraibano e bacharelou-se em Direito pela Faculdade do Recife, em 1933, sendo logo nomeado 2º Promotor Público de João Pessoa, assumindo, em seguida a Promotoria da Comarca de Santa Rita. Em João Pessoa, foi  Diretor da Casa de Detenção e Procurador do Feitos da Fazenda Municipal. Transferiu-se para o Rio de Janeiro, exercendo naquela cidade a Procuradoria  do Instituto de Aposentadoria e Pensões do Bancários, sendo também Procurador-Chefe do Contencioso e Procurador-Chefe do Distrito Federal.

Apolônio Nóbrega prestou serviços em outros Estados; representou o Brasil como Delegado do Ministério das Relações Exteriores por ocasião da posse do Presidente do Paraguai, Alfredo Stroessner.

Foi sócio efetivo da Academia Paraibana de Letras, onde ingressou em 10 de outubro de 1959, tornando-se fundador da Cadeira nº. 28; era membro da Associação dos Jornalistas Católicos do Rio de Janeiro, do Instituto Genealógico de São Paulo e da Federação das Academias de Letras do Brasil.

Foi condecorado, pela Santa Sé, com a Ordem do Santo Sepulcro, no grau de Comendador. Recebeu as medalhas: Cultural Comemorativa da Imperatriz Maria Leopoldina, concedida pelo Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo; Medalha Comemorativa da Visita ao Brasil do Presidente do Paraguai, general Alfredo Stroessner, concedida pelo Ministério das Relações Exteriores; Medalha Jubilar da Federação das Academias de Letras do Brasil  e de Irmão da Santa Casa de Misericórdia da Paraíba.

Colaborou na imprensa do  Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e João Pessoa. Além de artigos publicados nas Revistas do IHGP, editou os livros: Pioneiros do Café na Paraíba e no Ceará, Rio, 1944; História Republicana da Paraíba, Imp. Oficial, 1950; Chefes do Executivo Paraibano, Rio, 1965; Discurso de posse na APL, 1959.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Revista da Academia Paraibana de Letras, vol. 7, 1960.

Revistas do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano, vols. 16 e 18, 1968, 1971.

 

ERNANI SÁTIRO

FUNDADOR

 

ERNANI Ayres SÁTIRO nasceu no dia 11 de setembro de 1911, em Patos, falecendo no dia 8 de maio de 1986, no Rio de Janeiro. Era filho de Miguel Sátiro e Souza e D. Capitulina Ayres Sátiro. Era casado com D. Antonieta Sátiro, com três filhos: Bertholdo, Sileide e Gleide.

Fez o curso primário na cidade natal e o secundário no Colégio Diocesano Pio X, na capital do Estado. Bacharelou-se em Direito pela Faculdade do Recife, em 1938.

Depois de formado exerceu por algum tempo a profissão de advogado, trocando-a pela política, na qual ingressou, em 1935, elegendo-se deputado à Constituinte; em seguida, foi nomeado Chefe de Polícia, durante o Estado Novo. Posteriormente, assumiu a Prefeitura de João Pessoa, em 1971. Pelo processo de eleições indiretas, foi eleito governador do Estado, sucedendo ao Dr. João Agripino Filho, passando a chefiar a ARENA (Aliança Renovadora Nacional), no Estado da Paraíba.

A sua administração foi muito produtiva, caracterizada pela construção de obras que relevaram o seu nome como governante competente e honesto. Durante o seu governo foram construídos: Centro Administrativo, em Jaguaribe; o moderno prédio que abriga a Assembléia Legislativa, mesmo que para esse feito tenha sido destruído o antigo e histórico edifício que abrigava o centenário jornal A União, que teve de ser transferido para outras instalações no Distrito Industrial; dois estádios de futebol, um na capital e outro em Campina Grande; criou a CIDAGRO, além de colégios, estradas, redes de água e esgoto nas cidades do interior do Estado. Além de político atuante, Ernani Sátiro era sensível às letras. Amava uma boa leitura, fazia poesias, escrevia romances e colaborava nos jornais, mantendo uma coluna em A União intitulada Sempre aos Domingos.

Escreveu dois romances: Mariana e Quadro Negro. Escreveu ensaios sobre Cervantes, Rousseau, Dickens, Machado de Assis, José Lins do Rego e Luiz Jardim, publicados em suplementos literários e revistas especializadas, no Rio de Janeiro. Inéditos: Dia de São José e Canto Retardatário, poemas. Prefaciou as obras completas de Epitácio Pessoa, editadas pelo Instituto Nacional do Livro.

Era sócio efetivo da Academia Paraibana de Letras.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

MAIA, Benedito. Governadores da Paraíba (1947/1980), 1980.

SILVEIRA, Fernandes. Vidas Paraibanas, 1981.

 

FÁTIMA ARAÚJO

Atual ocupante

 

Maria de FÁTIMA Gurgel de ARAÚJO nasceu em Patos, no dia 25 de abril de 1954; filha de Félix Araújo da Silva e Laurita Silva Araújo. Casou-se com o economista Eduardo Gurgel de Araújo, do qual se divorciou depois de uma convivência de vinte anos. Dessa união nasceram os filhos: Alberto, Felipe, Eneida Maria e Monalisa.

É graduada em Letras e Comunicação Social pela Universidade Federal da Paraíba, tendo feito Especialização em Comunicação Educacional na Universidade Regional do Nordeste (FURNE-Campina Grande); possui os cursos de Extensão Universitária de Atualização para o Pessoal Docente e Técnico Administrativo, UFPB; Literatura Brasileira, promovido pela Secretaria da Educação e Cultura da Paraíba durante o I Festival de Artes, em Areia, da qual foi também responsável pela cobertura jornalística; participou do Seminário Paraibano de Cinema e Literatura (SEC-PB); Seminário Paraibano de  Cultura Brasileira (Diretoria Geral de Cultura – SEC); Curso de Problemas do Desenvolvimento Brasileiro (Centro de Estudos Convivium, São Paulo); II Curso de Problemas do Desenvolvimento Brasileiro, realizado em Caruaru, PE, promovido pelo Centro de Estudos Convivium-SP; Curso de Pedagogia da Personalidade, Fundação Padre Ibiapina; Curso de Noções de Biblioteconomia, UFPB; Curso de Francês, Premier e Deuxiéme Degré, Aliança Francesa.

Fátima Araújo, muito jovem, ainda estudante, já escrevia poemas e crônicas, sempre inspiradas na natureza, com muita sensibilidade e romantismo. Em 1975, publicou seu primeiro livro de poesia, Buscando as Flores; em 1983, publicou Folhas do Tempo, uma coletânea de contos e crônicas. A partir daí, iniciou-se na pesquisa histórica, publicando: História e Ideologia da Imprensa na Paraíba, 1983; História da API, 1985. Parahyba, 400 anos, 1985; Paraíba, imprensa e vida, ensaio, 1986 (Prêmio IV Centenário); História interpretativa e jornalismo (discurso de posse no IHGP), 1986; Santa Roza – Um Teatro Centenário, 1989; Antônio Mariz – A trajetória de um idealista, 1996; Humberto Lucena – O verbo e a liderança, 1999.

Fátima Araújo atua na imprensa paraibana como jornalista, repórter, cronista e redatora; já trabalhou nos jornais O Norte, O  Momento, A União, Correio da Paraíba, sendo que neste último mantém semanalmente  uma coluna de crônicas. Foi fundadora da revista FUNSAT e do Jornal da Feira, suplemento de A União, 1983; colabora na Revista Educação e Cultura e no Correio das Artes, suplemento literário de A União. De 1988 a 1993, ocupou a Chefia da Assessoria de Comunicação da Fundação Espaço Cultural e a Assessoria de Imprensa da Procuradoria Geral da Defensoria Pública da Paraíba.

Palestras proferidas: Vida e obra do poeta Raul Machado (Fundação Casa de José Américo), 1984; A História da Paraíba e seu IV Centenário (Colégio Nossa Senhora de Lourdes), 1985; História de Patos, sua gente e sua cultura; Encontro de Intelectuais e Pesquisadores Paraibanos, Catolé do Rocha, 1985.

Títulos e prêmios: Honra ao Mérito, como poetisa (Academia Paraibana de Poesia), 1975; Personalidade 1977 (Jornal ASPEP), 1977;  Prêmio IV Centenário, outorgado pelo livro Paraíba, imprensa e vida, 1985; Placa de Prata, pelo IHGP, 1985; Comenda do Mérito Cultural “José Maria do Santos”, do IHGP, 1992.

É filiada à Associação Paraibana de Imprensa (API), União Brasileira dos Escritores (UBE-PB), Sindicato dos Jornalistas da Paraíba, Academia Feminina de Cultura e Academia de Letras Municipais do Brasil, Seção da Paraíba. É sócia correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e da Academia de Letras de Campina Grande.

Ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano em 13 de dezembro de 1986.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Curriculum vitæ da associada.


<== Página Anterior     Próxima Página ==>



|Inicial | O Que é o IHGP?| Histórico| Símbolos do IHGP |Diretoria |Sócios |Biblioteca |Arquivo |
| Museu |História da Paraíba |Publicações |Links |E-mail |Livro de Visitas | Notícias |


Editor do site